Visitantes
Acompanhamento de visitantes: da primeira visita à integração
A estatística mais repetida sobre visitantes de igreja é também a mais desconfortável: a maioria não volta. E, na maior parte dos casos, não é por terem tido uma má experiência — é porque ninguém fez o segundo contacto. A primeira visita corre bem, há um sorriso à porta, talvez uma conversa simpática, e depois... nada. O acompanhamento de visitantes existe precisamente para fechar esse vazio.
Registar a visita no próprio dia
Se o registo de um visitante depender de alguém se lembrar de o escrever numa folha à segunda-feira, muitos simplesmente não ficam registados. Quanto mais próximo do momento da visita o registo acontecer — idealmente ainda durante o culto ou logo a seguir — maior a taxa de captação e menor o esquecimento de detalhes importantes (como foi que chegou até à igreja, por exemplo).
A origem diz muito sobre o próximo passo
Um visitante que veio por convite de um amigo tem um caminho de integração diferente de alguém que encontrou a igreja sozinho, através de uma pesquisa online. Saber a origem — convite pessoal, evento, redes sociais, passou na rua — ajuda a personalizar o contacto seguinte em vez de enviar a mesma mensagem genérica a toda a gente.
Um responsável, não "toda a gente"
Quando o acompanhamento de visitantes é responsabilidade de "toda a equipa de receção", na prática acaba por não ser responsabilidade de ninguém em concreto. Atribuir cada visitante a uma pessoa específica — que faz o contacto de follow-up dentro de poucos dias — muda radicalmente os resultados.
Ver claramente quantos visitantes tiveste este mês, quantos foram contactados e quantos avançaram para se tornarem membros ativos é o tipo de visibilidade que transforma "achamos que estamos a acompanhar bem" em certezas baseadas em números reais.